A promoção que peguei para o Tropicana era para dois dias, porque o terceiro dia já estava reservado para um outro hotel que não reembolsava o valor pago.
Então, fizemos logo o checkout e saímos para mais um passeio.O destino era o Luxor e o Mandalay Bay:
Estacionamos no Luxor. O estacionamento, como em quase todos os hoteis, é gratuito mas longe.
E o Luxor vendo de de dentro, olhando de baixo pra cima é assim:
Cada andar vai diminuindo de tamanho, muito legal. Nele há alguns shows, exibições, algumas estátuas:
E do lado de fora, tiramos algumas fotos:
O show de Criss Angel é no Luxor, pertence ao Cirque du Soleil, mas só li críticas falando mal.
E caminhamos até o Mandalay Bay:
Bonito hotel, organizado, elegante em umas partes e brega outras:
Aqui somos nós chegando no Mandalay:
Fomos então para o que interessa: Shark Reef. Falando assim parece fácil, mas é uma caminhada longa até lá, nem duvido que tenha sido 1km, hehe.
Abaixo, um pequeno vídeo mostrando essa água viva acima se movimentando:
Saindo do Mandalay Bay, pegamos o Tram que vai gratuitamente até o Luxor e Excalibur:
Seguimos então para Primm, visitar a Hollister do Fashion Outlets of Las Vegas. O caminho é cercado de deserto, e dá um sono...
Antes de entrar no Outlet, tirei essa foto no fim do estacionamento. Fica bem aí a divisa entre os estados de Nevada e California. Estive em dois lugares ao mesmo tempo :D
Os preços não estavam muito bons e a variedade era muito pouca. Quem quiser ir lá, só por causa da Hollister, recomendo não ir. Mas lá tem outras lojas boas. Foi o lugar em que mais vimos brasileiros (antes de ir para Orlando).
Abaixo, um vídeo que fizemos no caminho de volta de Primm para Las Vegas:
De lá voltamos para Henderson. Nosso segundo hotel era lá. A uns 15 minutos de Las Vegas. O Homewood Suites Henderson. Hotel excelente. Se ele ficasse na Strip seria muito concorrido.
Era o nosso terceiro hotel, e pela primeira vez vi a Bíblia num criado-mudo lá. Os Gideões em ação.
Descansamos um pouco e fomos para o Stratosphere, no norte da Strip:
A torre do Stratosphere é considerada a torre de observação mais alta dos Estados Unidos (350,2 m)
Subimos até o 102° andar e tiramos algumas fotos vendo a cidade inteira:
Se você não for hóspede, tem que pagar U$18 só apra subir. Lá no topo eles oferecem 3 brinquedos que dão muito medo, e você paga para andar em cada um.
Abaixo, um vídeo que fizemos mostrando 2 brinquedos, e um pouco da visão de lá de cima:
Se você tiver medo, como eu tive, e não quiser ir nos brinquedos, não vá somente para subir e tirar foto. O hotel é feio por dentro, com cara de velho, fede muito e a visão da Strip não é das melhores. Alguns prédios tapam a melhor visão.
De lá seguimos para a Fremont Street. A Fremont Street Experience é uma área coberta que ocupa aproximadamente 5 quarteirões da Fremont Street e desde de 1994 só é permitida o tráfego de pedestres. A área coberta possui um telão que é chamado de Viva Vision. Possui mais de 12 milhões de módulos de LED e um sistema de som de 555.000 watts, que se tornou o maior telão do mundo, equivalente ao comprimento de cinco campos de futebol. Foi para lá que fomos:
A área possui os cassinos mais antigos de Las Vegas, e antes de existir a Strip, era nessa rua que se filmava todos os filmes de Las Vegas, com todos aqueles neons bregas. Também há muitas lojas de souvenirs, daquelas que tem de tudo, com muita coisa de má qualidade. As ruas nos arredores são muito esquisitas, com alguns mendigos, pedintes, não me senti seguro no caminho do estacionamento até lá..
Lá fica aquele o Cowboy Vic que aparece em vários filmes:
Eu lembro dele no filme Querida estiquei o bebê, mas eu só achei essa foto abaixo. No filme a rua ainda não era coberta:
Hoje a Fremont Street é a segunda rua mais famosa da cidade, não se modernizou muito (com exceção do telão na área coberta) e concentra muita gente diferente. No dia que fomos estava tendo 2 shows, 1 em cada ponta da área coberta e, com isso, havia mais gente que o normal e muita gente bebendo. Resumo: muita gente, bebida e som alto, tudo que não gosto misturado. Outra característica do local é a presença de muitos artistas de rua. Pra quem gosta e está disposto a pagar U$20 tem uma tirolesa que percorre parte da rua.
O telão fica sempre mostrando algumas animações simples, mas de vez em quando as luzes da rua diminuem e começam a passar clipes no telão. Abaixo, um vídeo com o telão em ação. No fim ainda dá pra ver umas pessoas descendo de tirolesa:
Na volta, fizemos um vídeo percorrendo a Strip de norte a sul. Passamos por alguns hoteis que não vimos em nenhum dia, mas também não dá pra conhecer tudo em 3 dias. Abaixo está o Mirage, que possui um show com fogos durante a noite, que eu até tinha separado um tempo para ir ver no dia anterior, mas o cansaço não deixou.
Passamos também de frente ao Circus Circus. Um hotel que tem o maior parque de diversão fechado do mundo. É muito bom para crianças, mas já ouvi muitos relatos de quartos simples, e alguns reclamam da limpeza. É um hotel muito indicado pelas agências de turismo brasileiras.
Acabou mais um dia. Hora de jantar e dormir.
Próximo Post: Las Vegas - Parte 4












Nenhum comentário:
Postar um comentário